sexta-feira, 25 de março de 2011

One Day In Your Life - Um Dia Em Sua vida


One Day In Your Life

One day in your life
You'll remember a place
Someone touching your face
You'll come back and you'll look around, you'll ...
One day in your life
You'll remember the love you found here
You'll remember me somehow
Though you don't need me now
I will stay in your heart
And when things fall apart
You'll remember one day ...
One day in your life
When you find that you're always waiting
For a love we used to share
Just call my name, and I'll be there
You'll remember me somehow
Though you don't need me now
I will stay in your heart
And when things fall apart
You'll remember one day ...
One day in your life
When you find that you're always lonely
For a love we used to share
Just call my name, and I'll be there

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Na jornada

E os meus sentimentos sempre fizeram-se recorrentes como um Rio que segue seu curso até o Mar.
Mar inquieto, desconfiado pela dor, demora em receber o curso do Rio. Este, antes impetuoso, agora receia pelas comportas de saída para o Mar estarem fechadas novamente. Antes, hospitaleira, apanhava o Rio pelos braços. A sua paixão, vontade de tê-lo em seu abraço descabelando-a e arrepiando-a toda era tamanha que assim cativou o Rio a ser maior, mais rápido e a mudar de ares, abrigando mais vida. O Mar formava o Rio na cumplicidade do tempo: não tinha hora nem tempo, era simples a fórmula de bem-querer de ambos. O Rio sossegado, levava seu todo para o Mar com tanto esmero e isso era tão bom e verdadeiro. Sentem saudades um do outro, mas o Mar se camufla pelas bordas, abstrai-se ao invés de casar o Rio, se resume a horizonte distante mesmo dando sinais claros de saudades ininterruptas _ fenômeno espelhado. Porém, através do vento, o Mar atravessa a solidão e o silêncio com o seu aroma que suscita a devida coragem do Rio fugir da morte: precisa, então, ter o Mar novamente e, assim, o enlace se restabelecerá. Juntos, Mar e Rio passarão a ser oceano, onde a vida recomeça a cada instante com o ímpeto da novidade, do primeiro beijo, fruta madura. E onde os espaços serão todos ocupados pelo olhar compenetrado daqueles que se amam desde sempre.


Um Meio ou Uma Desculpa

(Por ROBERTO SHINYASHIKI)

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.

O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem, mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.

Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão.
Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores, pois...
 
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO...

Quem não quer fazer nada, encontra uma Desculpa!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O que é ser homem hoje?



O que é ser homem hoje?

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ter foco

Hoje tenho muitas coisas para fazer como escrever meu artigo, preparar portfólio da empresa, estudar psicologia, ir à formatura de meu sobrinho... São tantas coisas que eu me desencontro ao procurar por qual começar! Mas essa queixa me trouxe uma parábola interessante que fala sobre essa paranóia em abraçar o mundo, ser multi-funcional. Isso me lembra a história do mestre que perguntou aos discípulos se eles preferiam ser águias ou patos e eles perguntaram: qual a diferença? O mestre respondeu: o pato nada, anda e voa e a águia só voa. Os discípulos responderam: “Prefiro ser pato!”. E o mestre disse: Só que o pato nada mal, anda mal e voa mal!
_ Vocês preferem ser águia ou pato? - perguntou o mestre aos seus discípulos.
_ Prefiro ser águia - disse um deles.
O outro discípulo franziu o cenho e perguntou:
_ Mestre, qual a diferença entre ser pato ou águia?
_ O pato nada, anda e voa e a águia só voa. - disse o mestre em tom irônico.
_ Prefiro ser pato! - meio que de súbito o discípulo tentando se consertar da resposta anterior.
E o mestre disse:
_ Só que o pato nada mal, anda mal e voa mal!

Pois é, vejo que ser águia é ter foco, ser laser, fazendo as coisas compenetradamente.
Nessas horas uma agenda me seria bastante útil...

*Tentando ser águia!


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Amor: senti-lo, somente, não basta.


O Amor... Esse é um sentimento que vem na forma humana. Reflete nos olhos do outro. Uma reação instantânea, combustão.
Só sentir ou procurá-lo primeiro em si assim, dentro de nós, é utopia. Tem que haver o reflexo! O Par é de dois.
Há quem acredite no amor e é feliz.
Há quem não acredite no amor e é infeliz.
E há quem o aceita em falar, mas o reprime no peito. Esse é triste. Engana a si mesmo! Afoga-se em seu orgulho, um soberbo-amor.

O Amor.. Este não é somente sentimento (romantismo medieval) é, antes de tudo, situação, estado, ação, pensamento, desejo, transpiração, fato com conhecimento de causa. Provoca reconstruções, evoluções, quedas e proclamações, revoltas. Assume riscos. Provoca saudades mínimas (mas são sempre saudades doídas) e é razão. O amor é escravidão onde ser livre é um defeito.

O Amor... Sucesso de bilheteria! Mais vil que inocente. Incoerente: como ser partidário da paz se ele causa revoltas sucessivas? Como ser partidário do bem se para tê-lo (na pessoa) devemos competir com todas as armas? Paradoxos... A vida é um manguezal, onde amar é saneamento básico!

O Amor... Se fosse figura seria um espelho: quem o quer deve se colocar a sua frente. Saber que é + saber o que quer = ser gente. Confirmado, então, ver-se em dois _ um conhecido e outro na figura do ser amado. É paciência sem especulação! Amar exige o presente, nunca projeção _ o futuro é prático, é o mesmo instante do beijo.

Amar... Delito, crime perfeito, pecado e castigo. Doce veneno. É pele, fruta, dinheiro, olhar e sorriso _ sorriso no olhar. O Amor... Não é comprar uma obra de arte. É criar a obra e arte e ser esposição permanente!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Amor e individualidade: sem frações, são dois inteiros!

A civilização ocidental está acostumada a divinizar seus sentimentos. Deuses insensatos que congelam nossos comportamentos por sabermos que eles estão atrelados ao julgamento da sociedade. Bem, o amor em superlativo grau é uma invenção nossa, mas como um "cientista maluco" devemos ter cuidado com nossas invenções. Abaixo segue um texto do Psiquiatra Flávio Gikovate que muito entende do assunto, mas possui uma postura pouco romântica do que seja um relacionamento amoroso saudável. Confira.

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.

Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.

Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.

Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade..
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.

Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.

Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não à partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação,há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...

No meu jeito particular de ver os relacionamentos sempre os encarava como sendo uma rosa: o muco e seus espinhos. Bem, nova forma de amar, tudo bem, porém há nova forma de evitar ciúmes e barulheiras tão humanas? Bem, façamos mais teorizações... Mas não esqueçamos de expressar nossos desejos.